“Felizmente, ele e o Poeta reuniram
suas ruínas e ajudaram-se mutuamente a sobreviver ao demônio da culpa.
Saíram pelas estradas, dormiram ao relento e viajaram juntos para o
epicentro dos seus terremotos emocionais. Viram as perdas por outros
ângulos, aceitaram suas limitações, cantaram, sorriram, brincaram com a
vida, deixaram de brigar com ela.”
(O futuro da Humanidade. - Página: 65)
(O futuro da Humanidade. - Página: 65)

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