O bêbado entra no bar, vai até o balcão, pede uma dose de cachaça e fala bem alto para todo mundo ouvir:
- Hoje é por minha conta. Todo mundo pode beber a vontade.
Vira-se para o garçom e diz:
- Você também. É por minha conta.
Todos que estavam no bar bebem bastante, enchem a cara, até mesmo o garçom. Lá pelas tantas, o bêbado diz, boa noite, e vai saindo sem pagar a conta. O garçom fica nervoso, pula o balcão, dá o maior pau no sujeito e o põe para fora do bar a base de chutes e pontapés.
Passa uns dois dias, o mesmo sujeito todo machucado, entra no bar, vai até o balcão, pede uma dose de cachaça e diz, bem alto:
- Hoje é por minha conta. Todos podem beber por minha conta.
Vira-se para o garçom e fala:
- O senhor não. O senhor fica muito nervoso quando bebe.
- Você também. É por minha conta.
Todos que estavam no bar bebem bastante, enchem a cara, até mesmo o garçom. Lá pelas tantas, o bêbado diz, boa noite, e vai saindo sem pagar a conta. O garçom fica nervoso, pula o balcão, dá o maior pau no sujeito e o põe para fora do bar a base de chutes e pontapés.
Passa uns dois dias, o mesmo sujeito todo machucado, entra no bar, vai até o balcão, pede uma dose de cachaça e diz, bem alto:
- Hoje é por minha conta. Todos podem beber por minha conta.
Vira-se para o garçom e fala:
- O senhor não. O senhor fica muito nervoso quando bebe.
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