Sobre o ministro do STF José Antônio Toffoli:
(...) José Antônio Toffoli, foi praticamente um funcionário do PT entre 1995 e 2009, quando ganhou sua cadeira na corte de Justiça mais alta do país, aos 41 anos de idade e sem ter nenhum mérito conhecido para tanto; foi reprovado duas vezes ao prestar concurso para juiz, e esteve metido, na condição de réu, em dois processos no Amapá, por recebimento ilícito de dinheiro público. (...)
(GUZZO, J. R. Marcha da insensatez. In: Veja. São Paulo: Abril, 4/7/2012, p. 67.)
Sobre o Direito Penal:
(...) Um dos maiores criminalistas que já passaram pelo foro de São Paulo, hoje falecido, costumava dizer que o direito penal oferece apenas duas opções a um advogado. Na primeira, ele se obriga a só aceitar a de fesa de um cliente se tiver honestamente convencido de sua inocência. Na segunda, torna-se coautor de crimes. O resto, resumia ele, é apenas filosofia hipócrita para justificar o recebimento de honorários. (...) (GUZZO, J. R. Marcha da insensatez. In: Veja. São Paulo: Abril, 4/7/2012, p. 68.)
Sugestão de postagem do amigo Adauto Neto
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