sexta-feira, 4 de maio de 2012

Somos um, apesar de múltiplos

"O que tenho, isso sim, é uma variedade de personificações que sei fazer, e não só de mim mesmo – uma trupe de artistas que possuo internalizada, uma companhia permanente a quem posso convocar quando é preciso um eu, um estoque em expansão de peças e papéis que formam meu repertório. Mas com certeza não tenho um eu independente de meus esforços impostores e artísticos de ter um. Nem iria querer um. Eu sou um teatro e nada mais que um teatro”.

(Philip Roth – O avesso da vida – página 363 e 364).


"Eu sou contraditório e imenso. Há multidões dentro de mim."

Whitman

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