“Minha paixão pela justiça social e responsabilidade social sempre contrastou de forma estranha com minha falta de necessidade de contato direto com outros seres humanos e comunidades humanas. Sou verdadeiramente um ‘viajante solitário’ e nunca pertenci ao meu país, minha casa, meus amigos e nem mesmo à minha família com todo meu coração. Em frente a esses laços, eu nunca perdi o senso de distância e a necessidade de estar só”.
Albert Einstein
(“O mundo como eu vejo”, de 1930).
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