sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Malcolm

Amigos, hoje sexta-Feira , 21 de fevereiro de 2014 , há exatos 49 anos atrás , quando se preparava para realizar um discurso Malcolm X , um dos maiores defensores dos direitos dos negros no Estados Unidos foi morto .

Piada

Mulher para o marido - Estamos casados há mais de 20 anos e nem uma joia me compraste.
Marido - Sabia lá que vendias joias …

Da casa de taipa ao curso de medicina


A reportagem é de Laurence Campos

Humor

O Joaquim pergunta pro Manoel:
— Manoel, jabuticaba tem asa?
— Não Joaquim.
— Vish, então acho que engoli um besouro!

Simulação de guerra da força aérea portuguesa


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Hoje, quinta-feit,a 20 de fevereiro de 2014. Há exatos 73 anos atrás oss nazistas enviaram o primeiro grupo de judeus ao campo de concentração. Ali começava o que todos já sabem.

Casamento

Há mulheres que dizem:
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como "este foi difícil"
"prateou no ar dando rabanadas" e faz o gesto com a mão.
 
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.

 
Adélia Prado

U2 - One (Sucesso de 1992)


Novo exame indica se a pessoa está envelhecendo mais rápido que deveria

Cada vez que uma célula se divide, os telômeros ficam mais curtos - a proposta do novo exame é analisar o encurtamento dessas estruturas e apontar o nível de envelhecimento do paciente

Está disponível no Brasil um teste genético que promete indicar se a pessoa está envelhecendo mais rápido do que o esperado para a sua idade e, como consequência, pode estar mais vulnerável a doenças como diabetes e câncer. Feito a partir de uma coleta simples de sangue, o teste avalia o encurtamento dos telômeros, sequências repetitivas de DNA que existem nas extremidades de todos os cromossomos humanos. Sempre que uma célula se divide, eles ficam menores.

O estudo dos telômeros é uma área promissora para a medicina. O tema rendeu até o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2009 aos biólogos norte-americanos Carol Greider, Elizabeth Blackburn e Jack Szostak. Blackburn, que é professora da Universidade da Califórnia, acredita que a medição dessas estruturas ajuda a intervir precocemente em doenças e até cofundou uma empresa que oferece esse tipo de exame. Mas especialistas são céticos sobre qual a validade, na prática, desse tipo de diagnóstico hoje em dia.

"Até o momento, o exame é usado basicamente para apontar o nível de envelhecimento e casos de doenças cardíacas, diabetes e alguns tipos de câncer. Porém, está em estudo sua eficiência para outros males como depressão e estresse pós-traumático", diz a hematologista Regina Biasoli Kiyota, coordenadora de Análises Clínicas do Alta Excelência Diagnóstica, que trouxe o teste para o Brasil.

Com a função de proteger e separar os cromossomos, os telômeros são semelhantes à capa plástica na ponta dos cadarços de sapato, que impedem que ele desfie, estrague e perca sua função. Em cada célula humana existem 23 pares de cromossomos e, portanto, 92 telômeros (um em cada extremidade de 46 cromossomos).

O fato de os telômeros ficarem mais curtos a cada divisão celular faz parte do ciclo natural da vida, mas também está relacionado aos hábitos adotados durante os anos. Sabendo que essas estruturas estão menores do que é considerado normal para sua idade, uma pessoa pode adotar mudanças no estilo de vida, como fazer mais exercícios e evitar a obesidade, e evitar doenças associadas ao envelhecimento.

Como é feito

O teste para medição dos telômeros só é feito com pedido médico. Ele pode ser requisitado por especialistas das áreas de geriatria, nutrologia, endocrinologia e dermatologia, entre outras. Kyiota explica que, a partir do sangue, é extraída a célula, um glóbulo branco, para estudo do cromossomo e, então, é possível analisar a extensão dos telômeros por uma metodologia de alta sensibilidade.

Com o exame, o paciente recebe uma pontuação, representada no laudo de forma gráfica. De acordo com a hematologista, o índice de telômeros de um paciente é comparado ao índice médio de uma população da mesma faixa etária. Se a medição estiver abaixo da média, o profissional pode pedir exames complementares ou sugerir algumas mudanças no estilo de vida da pessoa.

"Se o resultado de uma pessoa considerada jovem der por volta de 30% a 40%, trata-se de um sinal de que algo não vai bem. O médico interpretará o teste e, a partir do resultado, virão os outros exames para encontrar qual o problema desse paciente. Para isso, é necessário ter todo o histórico dessa pessoa", explica.

Segundo a especialista, com o resultado, além das características genéticas, é possível descobrir se o paciente está fazendo as escolhas corretas. "Não há reversão no quadro, ou seja, os telômeros que estavam encurtados, não vão voltar ao tamanho anterior. O teste serve como um freio de mão. Uma pessoa fumante que não consegue abandonar o vício, ao comprovar que o fumo está realmente influenciando seu envelhecimento e saúde, terá um motivo a mais para parar", exemplifica.

Kiyota também entende que, em alguns casos, será interessante que o paciente comece a tomar vitaminas, mas sempre com acompanhamento médico. "É algo muito delicado, pois suplementos em excesso podem causar câncer", alerta.

Para quem é indicado

Kiyota conta que o exame é voltado ao público adulto, pois a idade celular só é vista num organismo maduro. "Infelizmente, nenhum convênio cobre o exame genético que, aliás, não é barato", diz ela. O valor gira em torno dos R$ 2.100.

A médica admite que o teste não é para todo mundo: "Se fosse algo aberto à população teria de ter muito critério. Será que todas as pessoas estão preparadas para receber a notícia de que poderão ter uma doença? Mesmo que seja uma estatística, não é algo determinista. Quando se pega o resultado, dependendo dele, o médico, ou até mesmo um psicólogo, tem de orientar o paciente".

Para ela, o exame seria mais indicado para pessoas com alto risco de desenvolver doenças como diabetes, por ter casos na família. Ou para pessoas com parentes que morreram de infarto ou insuficiência cardíaca. E, acima de tudo, para indivíduos que estejam preparados para lidar com a informação.

"Você pode, sim, estimar riscos, mas é preciso maturidade do paciente para receber o diagnóstico e responsabilidade do médico de interpretar o resultado para o paciente. É uma arma mais eficaz para que aqueles que tenham histórico familiar não passem a vida com um fantasma. A pessoa, então, pode se preparar. Porém, mesmo sem exame, ela não se exime de ter cuidados como manter uma dieta saudável, por exemplo".

"A medicina está se transformando e com ela vem junto uma era nova na genética. Muitos estudos com telômeros podem antecipar o conhecimento de algumas doenças e seus riscos. Sua importância é abrir os horizontes da medicina preventiva, o que será uma grande esperança", afirma.

Valor científico

Alguns especialistas procurados pelo UOL têm dúvidas sobre a utilidade do teste. "Acredito que esse exame tenha mais valor científico que comercial. Serão raridades os profissionais que conseguirão interpretá-lo corretamente", afirma o geneticista Ciro Martinhago, diretor da Chromosome Medicina Genômica e membro da equipe de genética do hospital Albert Einstein.

Questionado, então, sobre qual o sentido em fazê-lo, Martinhago responde: "Eu, como geneticista, não vejo motivo. Eu não faria". Ele compara os telômeros a pneus de carro: você dirige muito, eles gastam. Você pode ir uma vez por semana à borracharia. Já sua amiga vai apenas uma vez ao mês.

"De uma forma geral, quanto mais se usa um pneu, mais rápido ele vai envelhecer, mas não podemos esquecer a individualidade. Pessoas são diferentes. Além disso, se você for ao médico ele vai sempre te falar para diminuir o estresse, trabalhar menos, parar de fumar, enfim, esses conselhos que serão os mesmos se o exame apontar que seus telômeros encurtaram".

Ele diz, ainda, que mais importante que os telômeros é a atividade da telomerase, que é a enzima responsável por preservar os telômeros. "Só o tamanho do telômero não é importante. Esse tipo de teste vale para apenas 1% da população quando falamos de envelhecimento e doenças, isso porque ele não é um exame único. Existem muitos outros fatores que trabalham associados aos telômeros".

Só doenças raras

O geneticista Caio Robledo Quaio, do Laboratório Mendelics, em São Paulo, acrescenta que a telomerase pode ser um freio das células. Se por um lado está relacionada ao envelhecimento celular, ela também é importante arma contra processos que levam a uma proliferação celular desordenada, como ocorre no câncer.

"Ao se dividirem, cada uma das nossas células precisa realizar uma cópia completa do nosso genoma, que está compartimentado nos cromossomos. As células que expressam a telomerase, como as células-tronco, conseguem manter a integridade e o tamanho dos telômeros. Outras, que não a expressam, como as da pele, perdem as pontas teloméricas progressivamente à medida que se proliferam e entram num processo de envelhecimento e, eventualmente, morte", afirma.

Para ele, o exame só se justifica no caso de doenças raras decorrentes de falhas do mecanismo de reparo do DNA, como Síndrome de Bloom, ou mesmo naquelas decorrentes de atividade reduzida da telomerase, como na disqueratose congênita.

"Como exemplo, os telômeros dos homens são geralmente maiores que os das mulheres, mas isto não resulta em maior expectativa de vida para eles. Eu só indicaria o exame em casos específicos de algumas doenças genéticas raras. Quando usado indiscriminadamente, pode ser mal interpretado e causar mais malefício que benefício", opina.

Quaio comenta que, além disso, não há evidências consistentes de que o tamanho dos telômeros tenha ligação com cognição, expectativa de vida ou doenças comuns da população. "Estudos recentes derrubaram esta teoria", diz.
 
 
Fonte: UOL

Hora do recreio

...afinal, ninguém é de ferro né?

A liberdade seletiva de Sheherazade e Jean Wyllys

 
 Nunca faltou quem defendesse uma liberdade relativa, adjetivada, dividida em parcelas ou restrita a setores específicos da sociedade. Poucos, no entanto, foram os que levaram a liberdade como princípio, como uma decorrência natural da existência humana. “Em todos os tempos sempre foram raros os verdadeiros amigos da liberdade.”, Dizia Lord Acton na Inglaterra do século XIX. Agora, no Brasil de fevereiro de 2014, é assustador como a frase ainda ecoa com tanta força.
 
No Rio de Janeiro, um garoto de 15 anos foi amarrado sem roupas a um poste em via pública e torturado por cerca de 30 homens, tendo a orelha cortada por seus agressores. Após ter sido levado a um hospital e medicado, o garoto fugiu. Comentando a notícia, a colunista Rachel Sheherazade, do SBT, se referiu ao garoto como “marginalzinho”, dando a entender que a fuga do hospital se deu em função do medo de ser encontrado pela polícia e preso por conta de sua ficha criminal “mais suja que pau de galinheiro”.
 
As primeiras informações ainda não identificavam a ficha criminal do garoto e é curioso que Sheherazade tenha feito afirmações tão contundentes sobre isso, num momento em que provavelmente desconhecia o próprio nome do rapaz. De fato, a imprensa identificou alguns bandidos, réus confessos e detidos em flagrante: foram justamente os torturadores cujos atos criminosos Rachel julga “compreensíveis” e “legítimos”.
 
As insinuações dela quanto ao motivo da fuga do garoto também pareceram não resistir a uma mínima apuração jornalística. Segundo as reportagens, o rapaz fugiu assustado e foi imediatamente ao encontro da diretora de um abrigo municipal, onde permaneceu teve sua localização imediatamente revelada à polícia.
 
Como eu considero que fichas criminais não justificam sessões de tortura coletiva, concedo a Rachel o gozo livre da fala estúpida. Sei que o adolescente tinha passagens pela polícia. Talvez ele até tenha cometido um crime tão grave quanto aquele do qual foi vítima – ponto sobre o qual não há indícios. Recuso-me, porém, a classificar como jornalista alguém que justifica e incentiva a mutilação de um garoto de 15 anos sem sequer se dar ao trabalho de esclarecer as informações que utiliza como desculpa para a barbárie.
 
Recuso-me, também, a chamar de “justiceiros” os torturadores, ou dizer que eles fizeram “justiça com as próprias mãos”. As duas expressões, usadas por toda a sorte de palpiteiros sobre o caso, dão à palavra justiça uma definição bastante controvertida. Afinal, o que há de justo em trinta homens adultos utilizando facas e armas de fogo para aterrorizar um menino solitário amarrado pelo pescoço?
 
Logo após a veiculação das imagens, Sheherazade foi fortemente criticada pelo PSOL, que promete processá-la por conta das suas opiniões. Não creio que a estupidez da comentarista possa ser considerada um ato criminoso. Se for, sugiro que o PSOL também corte na própria carne.
 
No mesmo dia em que Rachel apareceu no jornal, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) revoltou-se com o pedido de asilo político da cubana Ramona Matos Rodriguez, chamando-a de desertora e ironizando o emprego do termo “escravo”, comumente utilizado para se referir aos médicos cubanos que trabalham em solo brasileiro.
 
Jean, que foi vencedor do reality show Big Brother Brasil e é homossexual assumido, ganhou projeção nacional como deputado por questões relacionadas ao público LGBT. Ele acredita que todo ser humano deve ser livre para amar e se relacionar com quem bem queira – desde que não seja uma relação de trabalho. Jean acha que Ramona não deve ser livre para escolher onde trabalhar, nem para fugir de um regime autoritário que perseguiu e assassinou homossexuais.
 
O PSOL agrega os termos “socialismo” e “liberdade”. Mostra agora, mais uma vez, que quando precisa escolher entre dois valores quase sempre incompatíveis elege como prioridade o seu projeto político. Se em um momento ou outro o PSOL defende a liberdade, não o faz porque goste, mas porque precise.
 
Ao comentar a tortura em via pública de um garoto de quinze anos, Sheherazade se apegou a detalhes irrelevantes, como a fuga do hospital, para justificar o autoritarismo. Ao comentar o pedido de asilo de uma mulher farta de viver sob os desmandos de um genocida, Jean Wyllys ironizou o acontecimento, apegando-se a detalhes irrelevantes, como a participação do DEM no caso.
 
Para justificarem as suas opiniões bizarras, Jean e Rachel usurpam palavras em um dicionário um tanto particular, torturando a linguagem para defender absurdos que atentam contra os direitos humanos. No dicionário de Jean Wyllys, os médicos cubanos não podem ser chamados de escravos, ainda que escravidão seja a única palavra possível para classificar um regime de trabalho em que o trabalhador não pode se demitir, é vigiado por agentes de segurança e recebe um salário arbitrário definido unilateralmente. No dicionário de Rachel Sheherazade, a barbárie ganha o curioso nome de “legítima defesa coletiva”e torturadores viram justiceiros.
 
Jean Wyllys e Rachel Sheherazade são duas faces de uma mesma moeda. Em nome de seus preconceitos, projetos políticos e valores discutíveis, Jean e Rachel redefinem o significado das palavras que lhes interessam e destilam seu ranço autoritário da forma mais nojenta possível. Rachel o faz em nome da ordem, Jean em nome da ideologia. A essência, porém, é a mesma. E a liberdade, aquela liberdade da qual falou Lorde Acton, continua tendo pouquíssimos amigos sinceros.
 
 
Por Pedro Menezes e Mano Ferreira

Chopin - Valentina Igoshina - Fantasie Impromptu


Empresa cria camisinha de maconha

A Multihigh criou uma camisinha para quem pensa em sexo protegido com um gosto diferente. Que tal uma camisinha com sabor de maconha? Esta é a novidade oferecida pela empresa. A Cannadom (cannabis + condom; preservativo, em inglês) reproduz o sabor da planta. Um pacote com 50 preservativos canábicos sai por cerca de R$ 160.

Lima Barreto: ser doutor

Tempos atrás houve um bafafá num edifício residencial do Rio porque um morador, que era juiz ou advogado, discutiu com um empregado do prédio por algum motivo, e se irritou quando o rapaz o chamou de “Seu Fulano” em vez de “Doutor Fulano”. O caso foi parar na polícia, na imprensa e nos tribunais, onde finalmente surgiu uma sentença afirmando que ninguém era obrigado a chamá-lo de doutor somente porque ele tinha curso superior. (Há um certo consenso de que “doutor” não é quem é advogado ou médico: é quem tem doutorado, e fim de papo.)

Nesse titulozinho se esconde, por um lado, a empáfia dos bem-nascidos a quem sempre se destinou o ensino superior no país, e, por outro, a ânsia de ascensão social dos humilhados e ofendidos que acham que um anel no dedo e um diploma na parede irão branquear sua pele e europeizar seu sobrenome. Ninguém exprimiu com mais ironia essa sofrida ilusão do que Lima Barreto (ele também mulato e pobre) em Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909), quando o personagem prepara sua ida para o Rio de Janeiro, onde pensa ter garantido um emprego e a possibilidade de custear seus estudos. Diz Isaías, no capítulo 1:

“Ah! Seria doutor! Resgataria o pecado original do meu nascimento humilde, amaciaria o suplício premente, cruciante e onímodo de minha cor... Nas dobras do pergaminho da carta, traria presa a consideração de toda a gente. Seguro do respeito à minha majestade de homem, andaria com ela mais firme pela vida em fora. Não titubearia, não hesitaria, livremente poderia falar, dizer bem alto os pensamentos que se estorciam no meu cérebro. (...) Ah! Doutor! Doutor!... Era mágico o título, tinha poderes e alcances múltiplos, vários, polifórmicos... (...) De posse dele, as gotas de chuva afastar-se-iam transidas do meu corpo, não se animariam a tocar-me nas roupas, no calçado sequer. O invisível distribuidor dos raios solares escolheria os mais meigos para me aquecer, e gastaria os fortes, os inexoráveis, com o comum dos homens que não é doutor. Oh! Ser formado, de anel no dedo, sobrecasaca e cartola, inflado e grosso, como um sapo antes de ferir a martelada à beira do brejo; andar assim pelas ruas, pelas praças, pelas estradas, pelas salas, recebendo cumprimentos: Doutor, como passou? Como está, doutor?”

Não há como não perceber, no episódio do prédio carioca, a razão da ansiedade com que esse bacharel arrogante exigia dos demais o tratamento mágico. Como tantos brasileiros, como o alferes de Machado em “O espelho” (que sem o uniforme tornava-se invisível) ele próprio achava que não era nada, e que só o título poderia resgatá-lo do nada.
 
 
Bráulio Tavares
(Mundo fantasmo)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Versículos do dia

“Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como a planta nova”.
 
 
(Jô 14:7-9)

Quinteto feminino interpreta Vivaldi


Charge

Polícia Federal não vai poder escoltar presos durante a copa

Em ano de Copa do Mundo, a Polícia Federal avisa: o efetivo de agentes e delegados não será suficiente para acumular a missão que lhe cabe no grande evento esportivo com a escolta de presos para audiências na Justiça Federal em São Paulo.
 
Diariamente, presos são removidos de estabelecimentos penais para serem interrogados ou acompanhar os depoimentos de testemunhas nas varas criminais federais nessas cidades. O período em que a PF não terá como promover o deslocamento de presos vai de 2 de junho a 20 de julho.
 
 
Fausto Macedo, Estadão

Fotografia

Eugenio Recuenco

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Nordeste tem a pior seca dos últimos 30 anos


A seca não assola apenas a Paraíba, ela incide em todo o Nordeste. Na reportagem acima, produzida pela TV Alagoas, o pobre agricultor atribui a natureza o infortunio da seca - "A gente quer continuar mas a nartureza não ajuda". Não sabe ele que a ausência de chuvas não é fator preponderante para o estabelecimento da seca em nossa região e sim a falta de políticas públicas eficazes que possam fazer com que o Nordeste possa estar preparado para conviver de forma menos traumática com o baixo índice pluviométrico.

Na zona urbana da cidade de Pombal-PB, todo o registro de precipitações pluviométricas registradas neste ano de 2014 é de apenas 46 mm até a data de hoje. Na zona rural a situação não é diferente.

 
Por sua vez, o último programa de governo de construção de médios e pequenos açudes na Paraíba(que não resolve o problema) foi desenvolvido nos idos de 1983/1986, com o projeto canaã.
 
Um trem-de-ferro é uma coisa mecânica,
mas atravessa a noite, a madrugada, o dia,
atravessou minha vida,
virou só sentimento.
 
 
Adélia Prado

Pânico "trola" com Rachel Sheherazade