Amigos, hoje sexta-Feira , 21 de fevereiro de 2014 , há exatos 49 anos atrás , quando se preparava para realizar um discurso Malcolm X , um dos maiores defensores dos direitos dos negros no Estados Unidos foi morto .
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
Piada
Mulher para o marido - Estamos casados há mais de 20 anos e nem uma joia me compraste.
Marido - Sabia lá que vendias joias …
Marido - Sabia lá que vendias joias …
Humor
O Joaquim pergunta pro Manoel:
— Manoel, jabuticaba tem asa?
— Não Joaquim.
— Vish, então acho que engoli um besouro!
— Manoel, jabuticaba tem asa?
— Não Joaquim.
— Vish, então acho que engoli um besouro!
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Casamento
Meu marido, se quiser pescar, pesque,
mas que limpe os peixes.
Eu não. A qualquer hora da noite me levanto,
ajudo a escamar, abrir, retalhar e salgar.
É tão bom, só a gente sozinhos na cozinha,
de vez em quando os cotovelos se esbarram,
ele fala coisas como "este foi difícil"
"prateou no ar dando rabanadas" e faz o gesto com a mão.
O silêncio de quando nos vimos a primeira vez
atravessa a cozinha como um rio profundo.
Por fim, os peixes na travessa,
vamos dormir.
Coisas prateadas espocam:
somos noivo e noiva.
Adélia Prado
Novo exame indica se a pessoa está envelhecendo mais rápido que deveria
Cada vez que uma célula se divide, os telômeros
ficam mais curtos - a proposta do novo exame é analisar o encurtamento dessas
estruturas e apontar o nível de envelhecimento do paciente
Está disponível no Brasil um teste genético que
promete indicar se a pessoa está envelhecendo mais rápido do que o esperado para
a sua idade e, como consequência, pode estar mais vulnerável a doenças como
diabetes e câncer. Feito a partir de uma coleta simples de sangue, o teste
avalia o encurtamento dos telômeros, sequências repetitivas de DNA que existem
nas extremidades de todos os cromossomos humanos. Sempre que uma célula se
divide, eles ficam menores.
O estudo dos telômeros é uma área promissora para
a medicina. O tema rendeu até o Nobel de Fisiologia ou Medicina de 2009 aos
biólogos norte-americanos Carol Greider, Elizabeth Blackburn e Jack Szostak.
Blackburn, que é professora da Universidade da Califórnia, acredita que a
medição dessas estruturas ajuda a intervir precocemente em doenças e até
cofundou uma empresa que oferece esse tipo de exame. Mas especialistas são
céticos sobre qual a validade, na prática, desse tipo de diagnóstico hoje em
dia.
"Até o momento, o exame é usado basicamente para
apontar o nível de envelhecimento e casos de doenças cardíacas, diabetes e
alguns tipos de câncer. Porém, está em estudo sua eficiência para outros males
como depressão e estresse pós-traumático", diz a hematologista Regina Biasoli
Kiyota, coordenadora de Análises Clínicas do Alta Excelência Diagnóstica, que
trouxe o teste para o Brasil.
Com a função de proteger e separar os
cromossomos, os telômeros são semelhantes à capa plástica na ponta dos cadarços
de sapato, que impedem que ele desfie, estrague e perca sua função. Em cada
célula humana existem 23 pares de cromossomos e, portanto, 92 telômeros (um em
cada extremidade de 46 cromossomos).
O fato de os telômeros ficarem mais
curtos a cada divisão celular faz parte do ciclo natural da vida, mas também
está relacionado aos hábitos adotados durante os anos. Sabendo que essas
estruturas estão menores do que é considerado normal para sua idade, uma pessoa
pode adotar mudanças no estilo de vida, como fazer mais exercícios e evitar a
obesidade, e evitar doenças associadas ao envelhecimento.
Como é feito
O teste para medição dos telômeros só é feito com
pedido médico. Ele pode ser requisitado por especialistas das áreas de
geriatria, nutrologia, endocrinologia e dermatologia, entre outras. Kyiota
explica que, a partir do sangue, é extraída a célula, um glóbulo branco, para
estudo do cromossomo e, então, é possível analisar a extensão dos telômeros por
uma metodologia de alta sensibilidade.
Com o exame, o paciente recebe uma pontuação,
representada no laudo de forma gráfica. De acordo com a hematologista, o índice
de telômeros de um paciente é comparado ao índice médio de uma população da
mesma faixa etária. Se a medição estiver abaixo da média, o profissional pode
pedir exames complementares ou sugerir algumas mudanças no estilo de vida da
pessoa.
"Se o resultado de uma pessoa considerada jovem
der por volta de 30% a 40%, trata-se de um sinal de que algo não vai bem. O
médico interpretará o teste e, a partir do resultado, virão os outros exames
para encontrar qual o problema desse paciente. Para isso, é necessário ter todo
o histórico dessa pessoa", explica.
Segundo a especialista, com o
resultado, além das características genéticas, é possível descobrir se o
paciente está fazendo as escolhas corretas. "Não há reversão no quadro, ou seja,
os telômeros que estavam encurtados, não vão voltar ao tamanho anterior. O teste
serve como um freio de mão. Uma pessoa fumante que não consegue abandonar o
vício, ao comprovar que o fumo está realmente influenciando seu envelhecimento e
saúde, terá um motivo a mais para parar", exemplifica.
Kiyota também entende que, em alguns casos, será
interessante que o paciente comece a tomar vitaminas, mas sempre com
acompanhamento médico. "É algo muito delicado, pois suplementos em excesso podem
causar câncer", alerta.
Para quem é indicado
Kiyota conta que o exame é voltado ao público
adulto, pois a idade celular só é vista num organismo maduro. "Infelizmente,
nenhum convênio cobre o exame genético que, aliás, não é barato", diz ela. O
valor gira em torno dos R$ 2.100.
A médica admite que o teste não é para todo
mundo: "Se fosse algo aberto à população teria de ter muito critério. Será que
todas as pessoas estão preparadas para receber a notícia de que poderão ter uma
doença? Mesmo que seja uma estatística, não é algo determinista. Quando se pega
o resultado, dependendo dele, o médico, ou até mesmo um psicólogo, tem de
orientar o paciente".
Para ela, o exame seria mais indicado para
pessoas com alto risco de desenvolver doenças como diabetes, por ter casos na
família. Ou para pessoas com parentes que morreram de infarto ou insuficiência
cardíaca. E, acima de tudo, para indivíduos que estejam preparados para lidar
com a informação.
"Você pode, sim, estimar riscos, mas é preciso
maturidade do paciente para receber o diagnóstico e responsabilidade do médico
de interpretar o resultado para o paciente. É uma arma mais eficaz para que
aqueles que tenham histórico familiar não passem a vida com um fantasma. A
pessoa, então, pode se preparar. Porém, mesmo sem exame, ela não se exime de ter
cuidados como manter uma dieta saudável, por exemplo".
"A medicina está se transformando e com ela vem
junto uma era nova na genética. Muitos estudos com telômeros podem antecipar o
conhecimento de algumas doenças e seus riscos. Sua importância é abrir os
horizontes da medicina preventiva, o que será uma grande esperança", afirma.
Valor científico
Alguns especialistas procurados pelo UOL têm
dúvidas sobre a utilidade do teste. "Acredito que esse exame tenha mais valor
científico que comercial. Serão raridades os profissionais que conseguirão
interpretá-lo corretamente", afirma o geneticista Ciro Martinhago, diretor da
Chromosome Medicina Genômica e membro da equipe de genética do hospital Albert
Einstein.
Questionado, então, sobre qual o sentido em
fazê-lo, Martinhago responde: "Eu, como geneticista, não vejo motivo. Eu não
faria". Ele compara os telômeros a pneus de carro: você dirige muito, eles
gastam. Você pode ir uma vez por semana à borracharia. Já sua amiga vai apenas
uma vez ao mês.
"De uma forma geral, quanto mais se usa um pneu,
mais rápido ele vai envelhecer, mas não podemos esquecer a individualidade.
Pessoas são diferentes. Além disso, se você for ao médico ele vai sempre te
falar para diminuir o estresse, trabalhar menos, parar de fumar, enfim, esses
conselhos que serão os mesmos se o exame apontar que seus telômeros
encurtaram".
Ele diz, ainda, que mais importante que os
telômeros é a atividade da telomerase, que é a enzima responsável por preservar
os telômeros. "Só o tamanho do telômero não é importante. Esse tipo de teste
vale para apenas 1% da população quando falamos de envelhecimento e doenças,
isso porque ele não é um exame único. Existem muitos outros fatores que
trabalham associados aos telômeros".
Só doenças raras
O geneticista Caio Robledo Quaio, do Laboratório
Mendelics, em São Paulo, acrescenta que a telomerase pode ser um freio das
células. Se por um lado está relacionada ao envelhecimento celular, ela também é
importante arma contra processos que levam a uma proliferação celular
desordenada, como ocorre no câncer.
"Ao se dividirem, cada uma das nossas células
precisa realizar uma cópia completa do nosso genoma, que está compartimentado
nos cromossomos. As células que expressam a telomerase, como as células-tronco,
conseguem manter a integridade e o tamanho dos telômeros. Outras, que não a
expressam, como as da pele, perdem as pontas teloméricas progressivamente à
medida que se proliferam e entram num processo de envelhecimento e,
eventualmente, morte", afirma.
Para ele, o exame só se justifica no caso de
doenças raras decorrentes de falhas do mecanismo de reparo do DNA, como Síndrome
de Bloom, ou mesmo naquelas decorrentes de atividade reduzida da telomerase,
como na disqueratose congênita.
"Como exemplo, os telômeros dos homens são
geralmente maiores que os das mulheres, mas isto não resulta em maior
expectativa de vida para eles. Eu só indicaria o exame em casos específicos de
algumas doenças genéticas raras. Quando usado indiscriminadamente, pode ser mal
interpretado e causar mais malefício que benefício", opina.
Quaio comenta que, além disso, não há evidências
consistentes de que o tamanho dos telômeros tenha ligação com cognição,
expectativa de vida ou doenças comuns da população. "Estudos recentes derrubaram
esta teoria", diz.
Fonte: UOL
A liberdade seletiva de Sheherazade e Jean Wyllys
Nunca faltou quem defendesse uma liberdade
relativa, adjetivada, dividida em parcelas ou restrita a setores específicos da
sociedade. Poucos, no entanto, foram os que levaram a liberdade como
princípio, como uma decorrência natural da existência humana. “Em todos os
tempos sempre foram raros os verdadeiros amigos da liberdade.”, Dizia
Lord Acton na Inglaterra do século XIX. Agora, no Brasil de fevereiro de
2014, é assustador como a frase ainda ecoa com tanta força.
No Rio de Janeiro, um garoto de 15 anos foi
amarrado sem roupas a um poste em via pública e torturado por
cerca de 30 homens, tendo a orelha
cortada por seus agressores. Após ter sido levado a um hospital e medicado,
o garoto fugiu. Comentando a notícia, a colunista Rachel
Sheherazade, do SBT, se referiu ao garoto como “marginalzinho”,
dando a entender que a fuga do hospital se deu em função do medo de ser
encontrado pela polícia e preso por conta de sua ficha criminal “mais suja
que pau de galinheiro”.
As primeiras informações ainda não
identificavam a ficha criminal do garoto e é curioso que Sheherazade tenha feito
afirmações tão contundentes sobre isso, num momento em que provavelmente
desconhecia o próprio nome do rapaz. De fato, a imprensa identificou alguns
bandidos, réus confessos e detidos em flagrante: foram justamente os
torturadores cujos atos criminosos Rachel julga “compreensíveis” e
“legítimos”.
As insinuações dela quanto ao motivo da fuga do
garoto também pareceram não resistir a uma mínima apuração jornalística. Segundo
as reportagens, o rapaz fugiu assustado e foi imediatamente ao encontro da
diretora de um abrigo municipal, onde permaneceu teve sua localização
imediatamente revelada à polícia.
Como eu considero que fichas criminais não
justificam sessões de tortura coletiva, concedo a Rachel o gozo livre da fala
estúpida. Sei que o adolescente
tinha passagens pela polícia. Talvez ele até tenha cometido um crime tão
grave quanto aquele do qual foi vítima – ponto sobre o qual não há indícios.
Recuso-me, porém, a classificar como jornalista alguém que justifica e incentiva
a mutilação de um garoto de 15 anos sem sequer se dar ao trabalho de esclarecer
as informações que utiliza como desculpa para a barbárie.
Recuso-me, também, a chamar de
“justiceiros” os torturadores, ou dizer que eles fizeram “justiça com
as próprias mãos”. As duas expressões, usadas por toda a sorte de
palpiteiros sobre o caso, dão à palavra justiça uma definição bastante
controvertida. Afinal, o que há de justo em trinta homens adultos utilizando
facas e armas de fogo para aterrorizar um menino solitário amarrado pelo
pescoço?
Logo após a veiculação das imagens,
Sheherazade foi fortemente criticada pelo PSOL, que promete processá-la por
conta das suas opiniões. Não creio que a estupidez da comentarista possa
ser considerada um ato criminoso. Se for, sugiro que o PSOL também corte na
própria carne.
No mesmo dia em que Rachel apareceu no
jornal, o deputado Jean
Wyllys (PSOL-RJ) revoltou-se com o pedido de asilo político da cubana Ramona
Matos Rodriguez, chamando-a de desertora e ironizando o emprego do termo
“escravo”, comumente utilizado para se referir aos médicos cubanos que
trabalham em solo brasileiro.
Jean, que foi vencedor do reality show Big
Brother Brasil e é homossexual assumido, ganhou projeção nacional como deputado
por questões relacionadas ao público LGBT. Ele acredita que todo ser
humano deve ser livre para amar e se relacionar com quem bem queira – desde que
não seja uma relação de trabalho. Jean acha que Ramona não deve ser
livre para escolher onde trabalhar, nem para fugir de um regime autoritário que
perseguiu e assassinou homossexuais.
O PSOL agrega os termos “socialismo” e
“liberdade”. Mostra agora, mais uma vez, que quando precisa escolher
entre dois valores quase sempre incompatíveis elege como prioridade o seu
projeto político. Se em um momento ou outro o PSOL defende a liberdade, não o
faz porque goste, mas porque precise.
Ao comentar a tortura em via pública de um
garoto de quinze anos, Sheherazade se apegou a detalhes irrelevantes,
como a fuga do hospital, para justificar o autoritarismo. Ao comentar o
pedido de asilo de uma mulher farta de viver sob os desmandos de um genocida,
Jean Wyllys ironizou o acontecimento, apegando-se a detalhes
irrelevantes, como a participação do DEM no caso.
Para justificarem as suas opiniões bizarras,
Jean e Rachel usurpam palavras em um dicionário um tanto particular, torturando
a linguagem para defender absurdos que atentam contra os direitos humanos.
No dicionário de Jean Wyllys, os médicos cubanos não podem ser
chamados de escravos, ainda que escravidão seja a única palavra possível para
classificar um regime de trabalho em que o trabalhador não pode se demitir, é
vigiado por agentes de segurança e recebe um salário arbitrário definido
unilateralmente. No dicionário de Rachel Sheherazade, a barbárie
ganha o curioso nome de “legítima defesa coletiva”e torturadores viram
justiceiros.
Jean Wyllys e Rachel Sheherazade são duas
faces de uma mesma moeda. Em nome de seus preconceitos, projetos políticos e
valores discutíveis, Jean e Rachel redefinem o significado das palavras que lhes
interessam e destilam seu ranço autoritário da forma mais nojenta possível.
Rachel o faz em nome da ordem, Jean em nome da ideologia. A essência, porém, é a
mesma. E a liberdade, aquela liberdade da qual falou Lorde Acton, continua
tendo pouquíssimos amigos sinceros.
Por Pedro Menezes e Mano Ferreira
Fonte: Estudantes pela Liberdade
Empresa cria camisinha de maconha
A Multihigh criou uma camisinha para quem pensa em sexo protegido com um gosto
diferente. Que tal uma camisinha com sabor de maconha? Esta é a novidade
oferecida pela empresa. A Cannadom (cannabis + condom; preservativo, em inglês)
reproduz o sabor da planta. Um pacote com 50 preservativos canábicos sai por
cerca de R$ 160.
Lima Barreto: ser doutor
Tempos atrás houve
um bafafá num edifício residencial do Rio porque um morador, que era juiz ou
advogado, discutiu com um empregado do prédio por algum motivo, e se irritou
quando o rapaz o chamou de “Seu Fulano” em vez de “Doutor Fulano”. O caso foi
parar na polícia, na imprensa e nos tribunais, onde finalmente surgiu uma
sentença afirmando que ninguém era obrigado a chamá-lo de doutor somente porque
ele tinha curso superior. (Há um certo consenso de que “doutor” não é quem é
advogado ou médico: é quem tem doutorado, e fim de papo.)
Nesse titulozinho se esconde, por um lado, a empáfia dos bem-nascidos a quem sempre se destinou o ensino superior no país, e, por outro, a ânsia de ascensão social dos humilhados e ofendidos que acham que um anel no dedo e um diploma na parede irão branquear sua pele e europeizar seu sobrenome. Ninguém exprimiu com mais ironia essa sofrida ilusão do que Lima Barreto (ele também mulato e pobre) em Recordações do Escrivão Isaías Caminha (1909), quando o personagem prepara sua ida para o Rio de Janeiro, onde pensa ter garantido um emprego e a possibilidade de custear seus estudos. Diz Isaías, no capítulo 1:
“Ah! Seria doutor! Resgataria o pecado original do meu nascimento humilde, amaciaria o suplício premente, cruciante e onímodo de minha cor... Nas dobras do pergaminho da carta, traria presa a consideração de toda a gente. Seguro do respeito à minha majestade de homem, andaria com ela mais firme pela vida em fora. Não titubearia, não hesitaria, livremente poderia falar, dizer bem alto os pensamentos que se estorciam no meu cérebro. (...) Ah! Doutor! Doutor!... Era mágico o título, tinha poderes e alcances múltiplos, vários, polifórmicos... (...) De posse dele, as gotas de chuva afastar-se-iam transidas do meu corpo, não se animariam a tocar-me nas roupas, no calçado sequer. O invisível distribuidor dos raios solares escolheria os mais meigos para me aquecer, e gastaria os fortes, os inexoráveis, com o comum dos homens que não é doutor. Oh! Ser formado, de anel no dedo, sobrecasaca e cartola, inflado e grosso, como um sapo antes de ferir a martelada à beira do brejo; andar assim pelas ruas, pelas praças, pelas estradas, pelas salas, recebendo cumprimentos: Doutor, como passou? Como está, doutor?”
Não há como não perceber, no episódio do prédio carioca, a razão da ansiedade com que esse bacharel arrogante exigia dos demais o tratamento mágico. Como tantos brasileiros, como o alferes de Machado em “O espelho” (que sem o uniforme tornava-se invisível) ele próprio achava que não era nada, e que só o título poderia resgatá-lo do nada.
Bráulio Tavares
(Mundo fantasmo)
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Versículos do dia
“Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como a planta nova”.
(Jô 14:7-9)
Polícia Federal não vai poder escoltar presos durante a copa
Em ano de Copa do Mundo, a Polícia Federal avisa: o efetivo de agentes e delegados não será suficiente para acumular a missão que lhe cabe no grande evento esportivo com a escolta de presos para audiências na Justiça Federal em São Paulo.
Diariamente, presos são removidos de estabelecimentos penais para serem interrogados ou acompanhar os depoimentos de testemunhas nas varas criminais federais nessas cidades. O período em que a PF não terá como promover o deslocamento de presos vai de 2 de junho a 20 de julho.
Fausto Macedo, Estadão
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Nordeste tem a pior seca dos últimos 30 anos
A seca não assola apenas a Paraíba, ela incide em todo o Nordeste. Na reportagem acima, produzida pela TV Alagoas, o pobre agricultor atribui a natureza o infortunio da seca - "A gente quer continuar mas a nartureza não ajuda". Não sabe ele que a ausência de chuvas não é fator preponderante para o estabelecimento da seca em nossa região e sim a falta de políticas públicas eficazes que possam fazer com que o Nordeste possa estar preparado para conviver de forma menos traumática com o baixo índice pluviométrico.
Na zona urbana da cidade de Pombal-PB, todo o registro de precipitações pluviométricas registradas neste ano de 2014 é de apenas 46 mm até a data de hoje. Na zona rural a situação não é diferente.
Por sua vez, o último programa de governo de construção de médios e pequenos açudes na Paraíba(que não resolve o problema) foi desenvolvido nos idos de 1983/1986, com o projeto canaã.
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