quarta-feira, 4 de agosto de 2021
A fomde de Lázaro
O filme paraibano que foi gravado na zona rural de Cachoeira dos Índios-PB foi selecionado para o Festival de Cinema de Gramado.
A Fome de Lázaro, um filme de Diego Benevides
terça-feira, 3 de agosto de 2021
"A única revolução realmente digna de tal nome seria a revolução da paz, aquela que transformaria o homem treinado para a guerra em homem educado para a paz porque pela paz haveria sido educado. Essa, sim, seria a grande revolução mental, e portanto cultural, da Humanidade. Esse seria, finalmente, o tão falado homem novo."
José Saramago
segunda-feira, 2 de agosto de 2021
Sobre os amigos
“Não quero-os adultos nem chatos. Quero-os metade infância e outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.”
Oscar Wilde
domingo, 1 de agosto de 2021
Cringe?
Tenho visto nos últimos dias aqui nas redes sociais a frequente utilização da palavra "cringe", estrangeirismo linguístico adotado, principalmente, pelo público infantojuvenil brasileiro. O termo ficou entre os 50 mais pesquisados no Brasil nos últimos dias. Não sei o seu significado nem estou tentado a descobrir.
Cervantes já dizia que o português é a língua mais sonora, melódica e harmoniosa que conheceu. A nossa língua é fantástica e considero a utilização desse e de outros estrangeirismos de muito mau gosto.
Ora, não se vê outros países incorporando expressões portuguesas em seu idioma. Essas intromissões não apenas empobrecem o nosso vernáculo, elas vão de encontro a nossa própria liberdade.
Indiscutivelmente, uma das formas de dominação de um povo sobre o outro se dá pela imposição da língua. Precisamos ser vigilantes e cultuar a liberdade. Esse modismo injustificável e essa submissão nos parece, no mínimo, descompassado e vergonhoso!
Teófilo Júnior
(...)À primeira morte possível ainda em vida —
O afastamento, a distância, a separar-nos de nós.
Porque é sempre de nós que nos separamos quando deixamos alguém,
É sempre de nós que partimos quando deixamos a costa,
A casa, o campo, a margem, a gare, ou o cais.
Tudo que vimos é nós, vivemos só nós o mundo.
Não temos senão nós dentro e fora de nós,
Não temos nada, não temos nada, não temos nada...
Fernando Pessoa
(Álvaro de Campos)
sábado, 31 de julho de 2021
Esconderijos do tempo
O silêncio:
"Há um grande silêncio que está à escuta...
E a gente se põe a dizer inquietamente qualquer coisa, qualquer coisa, seja o que for,
desde a corriqueira dúvida sobre se chove ou não chove hoje até a tua dúvida metafísica, Hamleto!
E, por todo o sempre, enquanto a gente fala, fala, fala o silêncio escuta... e cala."
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