quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
Água viva imortal é única criatura conhecida que vive para sempre
O ser humano já tentou inúmeras vezes ser imortal, mas o fato é que não podemos contrariar a lei da vida, já que todos os seres vivos possuem um fim. No entanto não a turritopsis dohrnii – uma espécie de água viva conhecida por ser imortal. Nativa do Mediterrâneo, esta minúscula criatura possui detém o segredo da verdadeira imortalidade biológica.
Médicos chineses aparecem exaustos no chão do hospital. Uma luta diária contra o coronavírus
Enquanto todos tentam fugir para o mais longe possível da doença,
esses profissionais lutam dia após dia sem descanso. Heróis silenciosos.
Médicos com o verdadeiro propósito de salvar vidas a todo custo.
A
China está passando extremamente delicado com a epidemia do novo
coronavírus, uma doença declarada pela Organização Mundial da Saúde como
uma emergência global, devido à alta mortalidade e à rápida
disseminação do mesmo. Enquanto isso acontece, os médicos chineses não
desistem e realizam todos os esforços possíveis para tentar encontrar
uma cura para que isso acabe logo.
Uma série de imagens acabou viralizando nas redes sociais chinesas, nas
quais vemos alguns médicos exaustos, dormindo nas cadeiras de um centro
de saúde, enquanto descansam dos longos dias que essa doença exigiu
deles no tratamento dos pacientes. Eles sabem que cada segundo é uma
questão vida ou morte, então ele não vão pra casa descansar. Nos
intervalos eles ficam ali mesmo, sabendo que a qualquer momento alguém
poderá precisar da ajuda deles.
São dezenas de médicos dedicados a combater o avanço do coronavírus e
que, com todo o mérito, são considerados heróis em seu país. Essa
epidemia mortal de pneumonia já matou mais de 200 pessoas e cerca 10.000
estão infectadas. A maioria das pessoas afetadas está na China, mas a
doença atingiu pelo menos uma quinzena de países, incluindo o Brasil.
Na rede social chinesa Weibo, que é uma rede social parecida com o
Twitter, os usuários compartilharam algumas fotografias que destacam as
altas horas de trabalho e dedicação desses profissionais para lidar com
toda essa crise de saúde.
Nessa mesma rede social, de acordo com o Oriental Daily, os usuários
deixaram várias mensagens de apoio aos médicos que deixam suas vidas nos
hospitais para salvar pacientes.
“Eles são os verdadeiros heróis deste país”, disse um dos usuários. Enquanto isso, outro agradeceu e apoiou o trabalho duro.
“Graças aos trabalhadores da linha de frente, trabalhando duro, muito obrigado”, escreveu.
Por
A Soma de Todos Afetos
Com informações Oriental Daily
terça-feira, 4 de fevereiro de 2020
Parem de matar cachorros!
Na BR- 116, é certo que
encontrarei engarrafamento e cachorro morto. A cada animalzinho
estirado na mureta, tapo os olhos de meu filho Vicente — não é unia
boa recordação para se levar à escola logo de manhã.
Mas fui notando que teria que deixá-lo
vendado o trajeto inteiro. No intervalo de 10 quilômetros, avistava
um novo corpo já despossuído de alma e Deus, inchado e anônimo, sem
a gentileza de cruz e o amparo da coleira.
Cachorro atropelado na Grande Porto
Alegre é tão frequente quanto as capivaras abatidas na BR-471.
Procurava desvendar como o cão atingiu
o miolo da estrada. Na minha idealização, o bicho esquecera o
caminho de volta e não contara com sorte ao cruzar a mão dupla. Por
uma série de tristes casualidades, fora jogado na loucura assassina
de um autorama.
Não me passava maldade pela cabeça.
Sei o quanto um cachorro costuma cheirar caminhos e se distrair com
facilidade.
Até que descobri que existe um nazismo
canino. Cachorros são abandonados na rodovia pelos próprios donos.
Aquilo que vejo todo dia não representa acidentes, é, sim, resultado
de uma matança deliberada.
Famílias compram ou recebem de
presente um cãozinho, acham que é barbada cuidar, enfrentam uma
semana de experiência, gastam demais com ração e higiene, e decidem
sacrificar o hóspede. Sem tempo a perder, desaparecem com as provas
de uma existência. E ainda raciocinam que não é um assassinato, que
Palmira Gobbi é apenas o nome de uma avenida. Fingem acreditar que
não cometeram mal nenhum, largaram o pequeno à mera provação do
destino.
O motivo é sempre gratuito. Matam o
cão para prevenir incômodos. Ou porque ele adoeceu ou envelheceu. Ou
porque o remédio e o veterinário são caros ou porque o abrigo é
longe e não podem se atrasar para o trabalho.
Que mundo é este? Eliminam uma vida
com a leviandade de alguém que arremessa longe uma bagana de
cigarro, uma embalagem de picolé, um saco de salgadinho.
Absolutamente crentes na impunidade.
Quem faz isso não merece perdão. Não
merece explicação. Não merece defesa. É um crime premeditado. A mais
implacável execução que conheço, antecedida de lenta tortura
emocional.
Repare na insensibilidade: o dono
mente ao seu cachorro que irão passear, para desová-lo no corredor
da morte. Calcule o terror do bichinho quando não entende o castigo,
e corre uivando, desesperado, atrás de um carro que nunca será mais
o seu.
Cansei de esconder os olhos de meu
filho.
Fabrício (Carpi Nejar) Carpinejar
Dentre todas as Almas já criadas
Dentre todas as Almas já criadas -
Uma - foi minha escolha -
Quando Alma e Essência - se esvaírem -
E a Mentira - se for -
Quando o que é - e o que já foi - ao lado -
Intrínsecos - ficarem -
E o Drama efêmero do corpo -
Como Areia - escoar -
Quando as Fidalgas Faces se mostrarem -
E a Neblina - fundir-se -
Eis - entre as lápides de Barro -
O Átomo que eu quis!
(Tradução: José Lira)
Emily Dickinson
Uma - foi minha escolha -
Quando Alma e Essência - se esvaírem -
E a Mentira - se for -
Quando o que é - e o que já foi - ao lado -
Intrínsecos - ficarem -
E o Drama efêmero do corpo -
Como Areia - escoar -
Quando as Fidalgas Faces se mostrarem -
E a Neblina - fundir-se -
Eis - entre as lápides de Barro -
O Átomo que eu quis!
(Tradução: José Lira)
Emily Dickinson
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
Versiculo do dia
Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do
princípio ao fim é pela fé, como está escrito: "O justo viverá pela fé".
Mulher beija réu que tentou matá-la com 5 tiros em 2019; caso aconteceu no julgamento do acusado
Vítima beija réu que tentou matá-la com 5 tiros
Uma mulher que foi vítima de tentativa de feminicídio em 2019
acompanhava o julgamento do acusado e surpreendeu a todos os presente
após levantar-se e beijar o homem que atirou contra ela por cinco vezes.
O caso aconteceu no Rio Grande do Sul, na última terça.
Micheli Schlosser, 25 anos, na época, namorada de Lisandro Rafael
Posselt, 28 anos, ainda pediu permissão ao juíz para abraçar e beijar o
acusado, e mesmo com o pedido negado, Micheli trocou carinhos com o
acusado.
A vítima ainda declarou que tudo aconteceu porque provocou o réu. “Ele nunca tinha me agredido, sempre foi muito bom para mim e já pagou pelo erro dele”, alegou. Michele informou também que tudo aconteceu porque a própria provocou o réu.
De acordo com o site Folha do Mate, o réu cumpre prisão na Penitenciária
Estadual de Venâncio Aires, é apontado com o autor dos cinco tiros
contra ela, no centro de Venâncio Aires, em setembro de 2019.
O réu pediu uma nova chance aos jurados e referiu que não quer voltar para ‘aquele inferno’. Sua defesa alegou que a vítima é a mais interessada no julgamento e ela já perdoou o réu.
Extra
Arribaçã Editora faz doação de livros publicados à Biblioteca de Cajazeiras
A Arribaçã Editora fez a doação de um exemplar de cada livro publicado até o final do ano passado. No total, 13 obras, nos mais diversos gêneros literários, foram entregues pelos editores Lenilson Oliveira e Linaldo Guedes
à diretora da Biblioteca Pública Municipal Castro Pinto, Francisca
Vieira Rolim, ao bibliotecário Marcos José Guedes Feitosa e ao agente
administrativo Alberto Dias na manhã desta quinta-feira (30).
As obras entregues foram: Acendedor de relâmpagos – Políbio Alves, A doida paixão de um doido – Geraldo Bernardo, Antes de ser blues – Fidélia Cassandra, Travessuras do desejo em Grande Sertão: Veredas – Paulo Tarso Cabral de Medeiros, Sinais – Emília Guerra, Nenhum espelho reflete seu rosto – Rosângela Vieira Rocha, Antônio Joaquim do Couto Cartaxo – Francisco Sales Cartaxo Rolim, O Mistério no Galinheiro – Naldinho Braga, Ruas de Sal e outros poemas – Bartolomeu Oliveira, Os baobás do Pirulito – Veruza Guedes, Identidade e Realidade: artigos e crônicas – Dermival Moreira dos Anjos, Cajazeiras, uma aldeia poética – Irismar di Lyra e Murilo Mendes: do pretexto plástico à verdade plástica – Maria Bernardete da Nóbrega.
Criada pelos jornalistas e poetas Lenilson Oliveira e Linaldo Guedes,
a Arribaçã Editora tem suas raízes fincadas no Alto Sertão da Paraíba,
mais especificamente em Cajazeiras. A editora trabalha com obras
literárias, acadêmicas, biografias, entre outras. Criada no segundo
semestre de 2018, já publicou 13 livros e tem mais três no prelo.
Contatos podem ser feitos na página da editora no Facebook, Twitter e
Instagram ou pelo email: arribacaeditora@gmail.com .
ClickCZ
Assinar:
Postagens (Atom)

















