sexta-feira, 3 de agosto de 2018
É muito melhor lançar-se
em busca de conquistas grandiosas,
mesmo expondo-se ao fracasso,
do que alinhar-se com os pobres de espírito
que nem gozam muito,
nem sofrem muito,
porque vivem numa penumbra cinzenta,
onde não conhecem nem vitória,
nem derrota".
Theodore Roosevelt
quinta-feira, 2 de agosto de 2018
"Chorar não resolve;
falar pouco é uma virtude;
aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo.
Para qualquer escolha se segue alguma consequência;
vontades efêmeras não valem a pena;
quem faz uma vez,
não faz duas necessariamente,
mas quem faz dez,
com certeza faz onze.
Perdoar é nobre,
esquecer é quase impossível.
Quem te merece não te faz chorar;
quem gosta cuida;
o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente;
não é preciso perder para aprender a dar valor;
e os amigos ainda se contam nos dedos.
Aos poucos você percebe o que vale a pena,
o que se deve guardar pro resto da vida,
e o que nunca deveria ter entrado nela.
Não tem como esconder a verdade,
nem tem como enterrar o passado,
o tempo sempre vai ser o melhor remédio,
mas seus resultados nem sempre são imediatos.
Charles Chaplin.
Lição de Austeridade
Quando os políticos falam em “austeridade”, nem de longe pensam em
seguir o exemplo do marechal Henrique Teixeira Lott, ministro da Guerra
de JK.
Em 1955, o deputado Armando Falcão era líder do governo na Câmara e quis
subir a serra para visitar familiares em Araras, mas o seu carro
quebrou. Ele soube que Lott também subiria a serra e telefonou: – Ministro, o senhor pode me dar uma carona?
– Posso, pois não. Mas só até Petrópolis. De lá o senhor aluga um
táxi. A gasolina é do Exército e não posso gastá-la com ninguém de fora…
DiáriodoPoder
quarta-feira, 1 de agosto de 2018
As dimensões do fracasso educacional brasileiro
Vou dar os números rapidamente e seguir em frente para que você não
desista de prosseguir na leitura. Segundo dados do PISA, divulgados na
quinta-feira (19/07), referentes a um conjunto de 70 países, 61% dos
estudantes brasileiros desistiram no decorrer da prova (foram 18% na
Colômbia e 6% na Finlândia). Os estudantes brasileiros conseguiram o 65º
lugar em ciências, o 63º em matemática e o 58º em leitura.
Pronto, pronto, o pior já passou. Agora, segure essa tristeza cívica, seque as lágrimas e vamos examinar o fato em si. A
imensa maioria dos pedagogos brasileiros está convencida de que isso se
resolve com mais Paulo Freire, aquele autor a quem você só critica em
público se estiver a fim de ouvir desaforos. Eis o motivo pelo qual, mesmo os que dele divergem silenciam em vez de denunciar os danos que já produziu à educação brasileira. Jamais use o nome desse deus em vão. Diante
do lead deste texto, os fiéis seguidores do “padroeiro” da educação
nacional afirmarão que o PISA é um parâmetro bom para a realidade do
aluno da Finlândia, mas não “dialoga” com uma sociedade em que os jovens
precisam ser “conscientizados” de sua condição oprimida e de sua
necessidade de libertação. Deu para entender, ou quer que o professor barbudinho lá do quadro negro desenhe?
Cresça e apareça, PISA! Quando a turma de vocês estiver interessada
em “problematizações” que não envolvam aritmética, ou em medir a
qualificação e preparação de alunos para a cidadania, venham todos ao
Brasil. Antes não. Elaborem um questionário sério sobre oprimidos e
opressores, machismo, feminismo, racismo, preconceito, politicamente
correto, ideologia de gênero, ditadura militar e conscientização
política. Aí sim, vocês ficarão conhecendo a força da educação à
brasileira. Não apareçam mais aqui com raiz quadrada, regra de três,
propriedades do oxigênio e compreensão de texto, que é mera submissão do
leitor à intenção do autor. Raus! Get out!
Não me digam o quanto dói o que acabei de expressar porque machuca a mim enquanto escrevo.
Sei que apesar da má remuneração, da carência de meios, da pressão dos
sindicatos e dos colegas que fizeram curso e concurso para militantes
políticos, milhares de professores acolhem diariamente suas turmas
mobilizados pela sublime intenção de educere, nos dois sentidos em que o
vocábulo latino tanto diz à educação: dar vazão às potencialidades,
aflorando seus talentos, e encaminhá-los para uma vida proveitosa no
mundo real.
Milhões de crianças e adolescentes brasileiros, porém, são recebidos
em sala de aula como se fossem seres de quem não se pode cobrar sequer
conduta civilizada, disciplina e respeito às autoridades escolares
porque são mal nascidos, inferiores, incapazes de absorver qualquer
conhecimento que exceda os limitados contornos do mundo em que vivem. Creio que nem na estreiteza dos países totalitários exista opressão igual.
Percival Puggina, membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia.
PERCIVAL PUGGINA
DiáriodoPoder
Sonhos
(Self, de Michael Morgenstern)
Tem uma história antiga que se refere a um desses monumentos da humanidade, não lembro se era sobre Matchu Pitchu ou a Esfinge de Gizé; alguma coisa gigantesca e enigmática.
Quando os exploradores europeus chegaram lá, séculos atrás, perguntaram às tribos que moravam perto: “O que é aquilo?”. Os nativos olharam com uma cara de quem estava vendo a tal coisa pela primeira vez e responderam: “Pois é, que coisa estranha aquilo, o que será?”.
Era um resíduo cultural dos antepassados deles, eles a viam diariamente quando iam levar os camelos para beber água ou coisa parecida, e não tinham parado para imaginar o que era.
Assim somos nós com grande parte das coisas importantes da nossa vida. Por exemplo, digamos que amanhã desembarque na Terra uma frota de espaçonaves cheias de psicólogos alienígenas que falem português (tá bom, vá lá, que falem inglês, que é mais disseminado).
E que eles nos perguntem: “O que é o sonho? Lá no nosso planeta, quem dorme apaga. Aqui, vocês dormem e ficam pensando maluquices, como quem tomou LSD. Que diabo é isso?” Não saberíamos responder. Temos 258 teorias para explicar o sonho, o que equivale a não ter nenhuma.
A teoria mais recente é do dr. Rodolfo Llinás, um neurologista e fisiologista da New York University. Diz ele:
“O sonho não é um estado mental paralelo, mas é a consciência propriamente dita, na ausência de estímulos fornecidos pelos sentidos”.
Em seu livro I of the Vortex: from Neurons to Self (M.I.T., 2001) ele diz que quando as pessoas estão despertas a mente compara automaticamente essas imagens do sonho com o que vê, ouve e sente – os sonhos são corrigidos pelos sentidos. Ou seja: se entendi bem, a mente está o tempo inteiro processando situações, inventando-as, manipulando imagens, fazendo associações de idéias, mas o que ela faz é constantemente interferido pelos sentidos, pelo fato de que estamos acordados, cercados de outras pessoas que nos dizem coisas, nos mandam fazer isso ou aquilo.
Somos forçados a pensar socialmente, pensar em conjunto, e isto cria um superego de obrigações e compromissos coletivos.
A loucura poderia ser algum desarranjo em que o “input” sensorial deixa de prevalecer sobre o caldeirão borbulhante da mente-em-si. Experiências com LSD seriam um modo artificial de produzir algo semelhante. Quando dormimos, a mente consegue trabalhar em paz, de acordo com suas próprias regras, sem ter que ficar dialogando com o mundo material.
Já foram feitas experiências em que voluntários num laboratório foram impedidos de dormir. Depois de 3 ou 4 dias eles começam a sonhar acordados. O sistema sensorial afrouxa, enfraquece – e a mente crua toma conta.
Bráulio Tavares
Mundo Fantasmo
Tem uma história antiga que se refere a um desses monumentos da humanidade, não lembro se era sobre Matchu Pitchu ou a Esfinge de Gizé; alguma coisa gigantesca e enigmática.
Quando os exploradores europeus chegaram lá, séculos atrás, perguntaram às tribos que moravam perto: “O que é aquilo?”. Os nativos olharam com uma cara de quem estava vendo a tal coisa pela primeira vez e responderam: “Pois é, que coisa estranha aquilo, o que será?”.
Era um resíduo cultural dos antepassados deles, eles a viam diariamente quando iam levar os camelos para beber água ou coisa parecida, e não tinham parado para imaginar o que era.
Assim somos nós com grande parte das coisas importantes da nossa vida. Por exemplo, digamos que amanhã desembarque na Terra uma frota de espaçonaves cheias de psicólogos alienígenas que falem português (tá bom, vá lá, que falem inglês, que é mais disseminado).
E que eles nos perguntem: “O que é o sonho? Lá no nosso planeta, quem dorme apaga. Aqui, vocês dormem e ficam pensando maluquices, como quem tomou LSD. Que diabo é isso?” Não saberíamos responder. Temos 258 teorias para explicar o sonho, o que equivale a não ter nenhuma.
A teoria mais recente é do dr. Rodolfo Llinás, um neurologista e fisiologista da New York University. Diz ele:
“O sonho não é um estado mental paralelo, mas é a consciência propriamente dita, na ausência de estímulos fornecidos pelos sentidos”.
Em seu livro I of the Vortex: from Neurons to Self (M.I.T., 2001) ele diz que quando as pessoas estão despertas a mente compara automaticamente essas imagens do sonho com o que vê, ouve e sente – os sonhos são corrigidos pelos sentidos. Ou seja: se entendi bem, a mente está o tempo inteiro processando situações, inventando-as, manipulando imagens, fazendo associações de idéias, mas o que ela faz é constantemente interferido pelos sentidos, pelo fato de que estamos acordados, cercados de outras pessoas que nos dizem coisas, nos mandam fazer isso ou aquilo.
Somos forçados a pensar socialmente, pensar em conjunto, e isto cria um superego de obrigações e compromissos coletivos.
A loucura poderia ser algum desarranjo em que o “input” sensorial deixa de prevalecer sobre o caldeirão borbulhante da mente-em-si. Experiências com LSD seriam um modo artificial de produzir algo semelhante. Quando dormimos, a mente consegue trabalhar em paz, de acordo com suas próprias regras, sem ter que ficar dialogando com o mundo material.
Já foram feitas experiências em que voluntários num laboratório foram impedidos de dormir. Depois de 3 ou 4 dias eles começam a sonhar acordados. O sistema sensorial afrouxa, enfraquece – e a mente crua toma conta.
Bráulio Tavares
Mundo Fantasmo
O luto não é apenas a reação diante da perda de alguém importante,
mas também de algo em geral, como de um emprego ou de um relacionamento.
Existem 5 fases que as pessoas precisam passar para superar o luto e isso não acontece necessariamente em uma ordem. Conheça:
1) Negação: nesta fase, há uma dificuldade em aceitar o que aconteceu. A
dor é intensa e a pessoa não tem perspectiva de um futuro
2) Raiva: ao perceber que não há como reverter a situação, a pessoa sente uma revolta e se sente injustiçada
3) Negociação: a pessoa começa a negociar a dor consigo mesma, como se fosse reverter a situação
4) Depressão: é marcada pela tristeza, pelo isolamento e desesperança porque percebe-se que a perda é irreversível
5) Aceitação: é a fase final, quando a pessoa enxerga a realidade como ela é e aceita a perda com tranquilidade
Neurofarmagen
terça-feira, 31 de julho de 2018
segunda-feira, 30 de julho de 2018
Versículos do dia
Ouvi, vós os que estais longe, o que tenho feito; e vós que estais vizinhos, conhecei o meu poder.
Sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus;
Porque
o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em
poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais
fomos entre vós, por amor de vós.
Sinceridade indesejada
Paulo Maluf deixava o governo paulista, em 1982, e tentava emplacar
Reynaldo de Barros à sua sucessão, levando-o as inaugurações de obras. Numa
delas, na periferia, foi abordado por um morador, que se queixava da
vida, da sorte e, sobretudo, de sua casinha localizada perigosamente à
beira de um barranco.
Maluf achou encanto na tragédia pessoal do cidadão: – Veja que linda vista o senhor tem! E perto do novo cartão postal da cidade!
Chamou Reynaldo, que estava a alguns metros, para ganhar aquele voto.
Mas o candidato de Maluf observou, com estonteante sinceridade: – É, realmente o senhor mora num lugarzinho bem ruim…
Diário do Poder
Menina nigeriana de 5 anos é considerada a "mais bonita do mundo"
A menina não é modelo profissional
Jare, uma menina nigeriana de apenas 5 anos, está sendo considerada a "garota mais bela do mundo", após as fotos tiradas pelo fotógrafo Mofe Bamuyiwa ganharem as redes sociais. As imagens são impressionantes.
"Ah sim, ela é humana! Ela também é um anjo!", escreveu o fotógrafo na legenda da imagem. Mofe também disse que "poderia
tê-la feito sorrir e fazê-la rir em voz alta, mas eu a coloquei em seus
momentos naturais para vermos através dos seus olhos!"
O fotógrafo revelou que Jare tem duas irmãs, Jomi, de 7 anos, e Joba, de 10, e que a menina não é modelo profissional.
Noticiasaominuto
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